Marketing digital mal feito publicado pela revista exame

Post feito pela empresa Blackberry que deu errado.

BlackBerry vacila e publica post usando um iPhone

São Paulo – Em alguns casos, personalidades patrocinadas por marcas de smartphone se confundem e acabam postando conteúdo nas redes sociais através de aparelhos ou planos de empresas concorrentes.

Isso já aconteceu com Luciano Huck (relembre aqui), que faz propaganda da TIM, mas já foi flagrado usando sinal da Vivo e com Fernanda Paes Leme, que tuitou uma propaganda da Sony diretamente de um iPhone (veja aqui).

Entre os casos mais famosos, até mesmo a atriz e apresentadora Ellen DeGeneres, que fez o selfie mais valioso da história para a Samsung durante o Oscar, já foi pega utilizando um iPhone (aqui está o caso).

Tudo isso para dizer que a coisa pode ficar pior ainda quando ao invés de uma pessoal ou personagem, a própria marca comete um deslize deste.

Foi o que aconteceu com a BlackBerry. Sua equipe de social media publicou, na terça-feira (13), um tweet para promover a marca.

Entretanto, a parte inferior da tela mostra a data, o horário e o pior, a origem da postagem: um iPhone.

Rapidamente, a empresa apagou a postagem, mas o material se espalhou pela rede e caiu no conhecimento de inúmeros veículos da imprensa internacional, incluindo o The Verge, que publicou o post abaixo:

Link permanente da imagem incorporada

http://exame.abril.com.br/marketing/noticias/blackberry-vacila-e-publica-post-usando-um-iphone%20

As várias ferramentas do marketing digital

Assim como o marketing tradicional, o marketing digital possui centenas de ferramentas, canais e formatos que podem ser utilizados para se alcançar os resultados desejados. Seguem abaixo algumas das estratégias e ferramentas que todo profissional deve conhecer para entrar nesse mercado:

SEM (Search Engine Marketing)

O Search Engine Marketing envolve qualquer ação de marketing digital focada em trazer resultados através de sites de busca, como o Google. O SEM é de extrema importância pois hoje os sites de busca são o canal de entrada de quase todo mundo na Internet e trazem um tráfego extremamente qualificado. Toda vez que uma página é encontrada em algum site de busca, já havia um interesse por parte do usuário no assunto (afinal, foi ele que fez a pesquisa), o que aumenta muito a chance desse tráfego ser de qualidade.

Dentro do SEM nós temos duas principais maneiras de se trabalhar: SEO e PPC

SEO (Search Engine Optimization)

O SEO é uma das principais práticas de marketing na Internet e tem como objetivo melhorar sua posição na busca orgânica do Google e outros sites de busca.  Um bom trabalho de SEO envolve dezenas de diferentes ações, que vão desde otimizar seu site para que ele carregue rápido e funcione em celulares até a criação de bons conteúdos.

Aparecer no primeiro lugar do Google é uma ótima maneira de trazer visitas qualificadas e “grátis”, afinal, você não paga para aparecer lá. Não é à toa que eu coloquei o grátis entre aspas na frase anterior, pois apesar de não ser possível comprar sua posição no Google ainda é necessário fazer investimentos no seu próprio site.

A base de qualquer SEO bem feito é ter um conteúdo de qualidade, sem isso de nada adianta otimizar à perfeição seu site, pois a principal missão do Google é entregar o melhor conteúdo para seu público e ele se tornou muito bom nesse quesito ao longo dos anos. Tendo o conteúdo como base há várias ações que podem ser tomadas, como pesquisas de palavras-chave para te ajudar a rankear para termos mais importantes, otimização do HTML do site, etc.

PPC (Pay per Click)

Nem só de resultados orgânicos vivem os sites de busca, afinal, eles precisam ganhar (muito) dinheiro de alguma maneira. A principal fonte de receita desses sites são os anúncios patrocinados, ou PPC (Pay per Click) em que o anunciante paga para aparecer no topo dos resultados de busca. É claro que os sites sempre avisam que esses resultados são patrocinados, o que os torna menos eficientes do que resultados orgânicos.

No caso do Google eles possuem uma rede chamada AdWords em que você insere seus anúncios que serão mostrados de acordo com as palavras-chave que te interessarem e que forem trazer o melhor tráfego. Apesar do AdWords ser pago, também é interesse dele que os anúncios sejam relevantes, por isso não basta pagar, seu anúncio deve ser bem feito e levar para uma página de qualidade (eles usam uma métrica chamada Quality Score para definir isso).

Mídia Display / Ad Networks

A mídia display é o formato mais tradicional de se fazer marketing digital, basicamente são aqueles famosos “banners” e outros anúncios gráficos que vemos em vários sites por aí, principalmente portais. Quando o marketing digital começou a fazer sucesso, os publicitários investiram no formato display, já que era o mais similar a comprar um espaço publicitário em mídia impressa.

Aos poucos a mídia display foi evoluindo e surgiram as Ad Networks, que são redes centralizadas que distribuem os anúncios em vários sites distintos, sem a necessidade do anunciante negociar com vários veículos distintos. Hoje existem vários tipos de Ad Networks, algumas mais corporativas, outras de nicho e, claro,o o AdSense, provavelmente a maior do mundo, totalmente self-service.

E-mail

O marketing por e-mail continua firme e forte e é, de longe, um dos meus canais favoritos pois é um canal de contato direto em que o assinante te deu autorização (claro, se você não comprou a lista, o que é uma péssima prática) para enviar um conteúdo para sua caixa de entrada.

É claro que, assim como a mídia display o uso de e-mail como estratégia de marketing evoluiu muito com o tempo. Hoje não adianta simplesmente conseguir uma lista gigante de e-mails a qualquer custo e disparar emails publicitários torcendo para conseguir uma venda mesmo com uma baixa taxa de conversão. Iniciativas assim já não funcionam mais como antes, provavelmente seu e-mail cairá em uma caixa de spam.

Native advertising (publicidade nativa)

A publicidade nativa é relativamente recente na Internet, e ganhou muita força depois que as mídias display começaram a perder eficiência e com o crescimento do marketing de conteúdo. Native advertising é uma publicidade no formato “nativo” do site em que ela se encontra. Hoje é muito comum marcas criarem, por exemplo, seus próprios publieditoriais ou listas em sites como o Buzzfeed.

O crescimento da publicidade nativa é muito associado ao fato de que o público já não tem muita paciência para ser interrompido enquanto consome seu conteúdo e na Internet é muito fácil ir buscar esse conteúdo em outro lugar, diminuindo a eficiência dos formatos tradicionais. Por causa disso as marcas começaram a criar o conteúdo elas mesmas e inserir em outros sites, mesclando seus conteúdos com a experiência de uso “nativa” deles.

Pouca gente sabe, mas outro formato tradicionais de publicidade nativa são os próprios anúncios do Adwords que, mesmo sendo anúncios, seguem o formato (de resultado de busca) e a dinâmica do Google.

Outros

As ferramentas e práticas citadas nessa lista estão longe de serem realmente exaustivas, pois novos formatos e ideias surgem o tempo todo na Internet. Marketing focado em redes sociais, vídeo, interatividade, realidade virtual (sim, já existe), entre muitos outros, são somente um exemplo do que é possível fazer no marketing digital.

Um bom profissional de marketing digital deve ser capaz de estar sempre informados sobre as novas possibilidades do mercado, mas claro, sempre tomando cuidado para não cair na armadilha de achar que toda novidade é boa. Planejamento acima de tudo!

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As vantagens do Marketing Digital

Não é à toa que o marketing digital está crescendo vertiginosamente. Além do fato de que o número de pessoas conectadas à Internet cresce aceleradamente e que cada vez cada indivíduo está cada vez mais conectado (pense que hoje temos relógios, carros e até geladeiras na Internet!), temos também todas as vantagens que o próprio meio digital oferece, como:

Alcance Global

Se você já estudou marketing sabe que um dos famosos 4 Ps do Marketing é “Praça”, ou seja, o lugar ou região em que você irá executar suas ações. Se você está fazendo uma campanha que envolve, por exemplo, outdoors ou flyers, a limitação geográfica impacta diretamente no custo e tamanho da ação, afinal, são peças que estão no mundo “real”. Já no mundo virtual qualquer empresa pode ter alcance global, já que não existem distâncias a serem percorridas e nem limites geográficos.

Interatividade

Uma das grandes vantagens do marketing na Internet é que ele deixa de ser uma via de mão única. Com a comunicação deixando de ser unilateral várias possibilidades se abrem e agora as empresas podem criar interações mais ricas e aprofundadas com seu público. A grande vantagem disso é que, além de você conseguir chamar mais a atenção do público, toda vez que ele interage com uma ação de marketing ele também está gerando informações (comportamentais e demográficas) que podem ajudar a empresa a entender melhor seu público-alvo e criar ações cada vez mais eficientes.

Métricas

Esse é de longe uma das maiores vantagens de se fazer marketing digital. Na Internet quase tudo é mensurável: quantidade de visitas, performance de campanhas, quantidade de cliques em anúncios, etc. Essa quantidade de dados gerada é de extrema importância para que os profissionais de marketing possam criar campanhas mais eficientes e tomar ações mais embasadas. Como diz o ditado: “informação é poder”.

Tempo real

Como na Internet tudo pode ser mensurado em tempo real, os profissionais de marketing podem se adaptar rapidamente de acordo com a performance de uma campanha, evitando assim desperdiçar dinheiro em algo que não está funcionando. Enquanto um anúncio de jornal não pode ser mudado depois de impresso e é complicado medir sua performance, o texto de uma campanha no AdWords pode se ajustar automaticamente centenas de vezes ao dia.

Segmentação

Essa vantagem é diretamente relacionada ao fato de ser possível coletar uma enorme quantidade de dados sobre as pessoas na Internet, o que possibilita que as empresas façam investimentos de marketing extremamente direcionados para seu público-alvo. Esse tipo de segmentação faz com que a eficiência das campanhas aumente consideravelmente.

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As vantagens do marketing digital

Com um custo baixo ou até mesmo sem gastar nada, o marketing digital cresce cada vez mais e ganha popularidade frente ao marketing tradicional. Apesar dos investimentos em anúncios em revistas, jornais, televisão e outras mídias mais tradicionais, o marketing tradicional não consegue atingir o mesmo número de pessoas e gerar tantos negócios como no marketing digital que possui acesso a uma audiência global, já que a internet não possui fronteiras.

O grande alcance do público é umas das maiores vantagens do marketing digital comparado ao tradicional, pois dá mais probabilidades de fechar negócios. Outra vantagem é a segmentação dos esforços para um público específico e gerar acessos de interessados em seu negocio. No marketing tradicional sempre fica a dúvida se o público-alvo está ou não sendo atingido e o resultado de aceitação de seus anúncios.

A internet abriu portas para que os consumidores se reúnam para compartilhar seus desejos, suas dúvidas, suas opiniões e outros assuntos de seus interesses. Essa interatividade não acontece no marketing tradicional. No entanto, o marketing digital possui uma maior agilidade na comunicação não só entre os consumidores, mas também entre a marca e seus clientes. Assim, a empresa consegue obter um feedback mais rápido e preciso daquilo que agrada ou não seu cliente.

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Afinal, o que é marketing digital?

Por definição o marketing digital é o conjunto de atividades que uma empresa (ou pessoa) executa online com o objetivo de atrair novos negócios, criar relacionamentos e desenvolver uma identidade de marca.  E não é à toa que os budgets estão migrando para esse “novo” marketing. Ele possui várias vantagens em relação ao marketing tradicional, que permitem um maior retorno sobre investimento. O marketing digital é mais fácil de mensurar, tem metas mais claras e se tornou essencial para empresas de todos os mercados, sejam elas de médio ou pequeno porte. Hoje sabe-se que mais de 90% dos processos de compra tem início em uma busca online. Por isso, o marketing digital e o marketing de conteúdo vieram para ficar.

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